quarta-feira, 5 de abril de 2017

Centro Juvenil de Senhor do Bonfim cria projeto que alia dança com o estudo da arte




Fotos: Divulgação

Aprender história da arte dançando. É este o objetivo da oficina “Juvenil Dance” promovida pelo Centro Juvenil de Ciência e Cultura de Senhor do Bonfim (375 km de Salvador), no Centro Norte do Estado. O Centro Juvenil é uma unidade da rede estadual, onde os estudantes do Ensino Médio e da Educação Profissional podem fazer cursos e oficinas no turno oposto aos quais estão matriculados.
A oficina “Juvenil Dance” acontece toda quarta-feira e tem tornado divertido e dinâmico o processo de ensino e aprendizado.Com o projeto, os alunos também estudam a cultura dos ritmos musicais e elaboram coreografias que são apresentadas nas escolas onde estudam e, também, nas comunidades onde moram.
Entre os ritmos já estudados estão o funk, swing baiano. “A proposta do “Juvenil Dance” é que o aluno além de aprender a dançar, conheça todo contexto histórico e cultural do ritmo que será trabalhado na aula.
Por isso, em toda aula é realizada uma roda de conversa e, ao final, selecionamos duas músicas derivadas daquele ritmo para coreografar”, explica o monitor de dança, Adelson Alves. O trabalho agora está sendo direcionado à cultura nordestina.
A ideia é promover um flash mob junino, ou seja, mobilizar os estudantes do Centro Juvenil para um momento de dança, com muita música regional, durante as festas de junho. Mateus Bonfim de Souza, 20, 3º ano, adora estes encontros repentinos chamados de flash mob e diz que o interesse pela oficina no Centro Juvenil aconteceu após participar de uma mobilização destas. “Foi assim que resolvi participar da oficina.
Estou gostando muito, pois aqui não aprendo só a dançar, mas agrego conhecimentos sobre histórias dos ritmos, coisas que estão me surpreendendo”, explica.Sua colega Kaline de Sá Silva, 14, 1º ano, que sempre participou de grupos de dança, não perde as aulas e conta que o “Juvenil Dance” a deixou mais disciplinada. “Fico ansiosa esperando o dia das aulas, pensando no figurino e fazendo as pesquisas.
Além de ser divertido e um momento de conhecimento, faço o que gosto bastante, que é dançar”, comenta.
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