sábado, 8 de fevereiro de 2014

Perto de quem manda, os moleques no chão são tão perigosos quanto Patati Patata

Assustadoras a imagem e as ações, comemoradas em páginas de Facebook do Bope, dando conta de que as mortes de dois soldados estariam sendo vingadas e sua honra lavada com sangue de jovens corpos negros estirados nas escadarias de um morro qualquer no Rio de Janeiro.
Há um ditado de origem do continente africano que diz: “A verdadeira história da floresta só será conhecida no dia em que o Leão falar”. No caso aqui, Leoa. Mariana Albanese, jornalista, editora da Página Vidiga!, ativista de direitos humanos e moradora do morro do Vidigal, no Rio de Janeiro, nos traz seu relato, próprio de quem sente na pela as contradições e efeitos de uma política de segurança que tem como principal missão a higienização e o extermínio.

É longo, mas vale a pena conferir.
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Pegando os grandes bandidos que controlam o tráfico de armas e drogas, e que não costumam sujar a gravata de sangue, os moleques de havaianas na favela não vão morrer às centenas, porque eles são apenas a pontinha do problema. Perto de quem realmente manda, esses moleques estendidos no chão são tão perigosos quanto o Patati e Patatá.


Quando vi na TV a informação da morte da jovem policial Alda Castilho, de 22 anos, na UPP Parque Proletário, me deu um nó na garganta. Um detalhe pegou fundo: ela cursava psicologia, para tentar ajudar melhor as crianças da comunidade. Doeu, porque lembrei das policiais que atuam no Vidigal, morro carioca para onde me mudei em 2011, oito meses antes da pacificação. Assim como a maioria dos que vão para as UPPs, essas moças são jovens, cheias de vida e acabam realmente se envolvendo, dando aulas de esportes, música. São responsáveis por cafés da manhã comunitários. Esses policiais não vêm de bairros nobres, ganham pouco e com certeza enxergam nos pequenos alguma coisa de sua infância.
Mas não deu tempo de sentir muita coisa, porque no dia seguinte começou a caçada que acabou com nove baleados no morro do Juramento. Seis jovens mortos, estendidos no chão de uma escada que poderia ser qualquer uma das que existem no Vidigal, e os corpos, de qualquer um dos meninos que enchem suas vielas com a alegria do funk e das provocações bem cariocas. Aê mulek!
A foto doeu fundo, e talvez mais funda ainda tenha sido a dor de ver na postagem que fiz na página do Vidiga! as frases de sempre, repetidas ao infinito: “tá com dó? Leva pra casa”. Ou “bandido bom é bandido morto”. Pra começar: quem sabe quem eles eram? Depois saiu a informação: três sequer tinham passagem. Os outros três, eram fichados por crimes leves.
Os questionamentos que fiz ali são: se matar trouxesse paz, o Rio de Janeiro já tinha virado Estocolmo. Simplesmente é preciso mudar de estratégia, porque essa não serve. E, mais ainda: onde está a chance de mudar? No sertão, Padre Cícero pregava: “Quem roubou, não roube mais. Quem matou, não mate mais”. Em nenhum momento da minha vida vi alguém sábio que pregasse a paz pedindo guerra. Mas comentários, citações bíblicas são usadas para justificar decretos de morte.
Quando cheguei no morro ainda havia (ainda há) a memória da guerra, que foi o enfrentamento entre duas facções, entre 2004 e 2006, que teve o grand finale com sete caras mortos pelo BOPE dentro de uma casa invadida. O dono da residência, estirado no chão sob a arma da polícia, vendo um por morrer, tentava dizer que não era bandido. Só se salvou porque sua cachorra o lambeu, provando que morava ali. Ele estava rendido, e ia ser morto, porque o BOPE não prende, só mata. Desde sempre, a mesma tática: atirar, depois perguntar o nome.
A chance de mudar (por conta própria) foi uma das poucas mudanças que a UPP trouxe às favelas cariocas: como o tráfico armado ficou complicado, muita gente que não era fichada viu ali a chance de deixar essa vida pra trás. Vida de traficante soldado, no geral, é curta: ou morre, ou cansa. É quase impossível ficar um tempo lá e não esbarrar com vários que cansaram e agora estão na labuta honesta. Você lida com vários destes caras que a sociedade chama de monstros e quer mortos, mas que agora estão fazendo trabalhos cansativos e depois curtindo um churrasco na laje. Um dia, um deles veio desabafar comigo. Ele me contou que simplesmente entrou na sala do capitão da UPP e disse: “eu tô fora. Mas só vou cair fora se vocês me derem a garantia de que não vão ficar no meu pé”. E nesse dia ele estava inconsolável, porque tinha um policial que ameaçava tomar o colete de mototáxi dele a toda hora. Como ele é inteligente, estava meio que conscientizando os outros a se organizarem como categoria. E ele me falava: “fim de semana que vem, tenho que pagar pensão. Já me chamaram pra voltar, mas eu não vou”.
É preciso entender o contexto todo pra saber qual a animosidade contra a UPP. Não é só uma batalha do bem contra o mal. Principalmente no começo, eles enchem o saco dos moradores honestos, botam regras que dificultam mais a vida das pessoas do que quando estava o que chamo de “a outra gestão”.
Há os turnos. Turnos de caráter. O pessoal sabe se naquela noite é policial bem ou mal intencionado, e já sabe se vai ou não vai poder dar uma festa. Porque, sim: além da violência que todo mundo conhece, tem o dia a dia com o controle social extremo. A filosofia da pacificação parte do princípio que todo mundo é suspeito até que se prove o contrário. Assim, aglomerações populares são temidas e coibidas. O baile funk é a primeira coisa a ser proibida. Nem em local fechado, nem com patrocínio lícito. Há inúmeros casos de UPPs que acabaram com festas de criança, ou com a galera reunida num bar vendo o jogo no domingo. Já saiu tiro por causa disso no Alemão. A bendita resolução 013 da Secretaria de Segurança (que caiu agora, mas como não há nada que a substitua, ainda vemos resquícios desse filhote da ditadura) só vale nas favelas e dá ao comandante a palavra final: ele simplesmente pode decidir que você não vai comemorar seu aniversário. Por essa pressão e pelo histórico de atuação nas favelas, ações contra a PM geralmente são comemoradas.
Em 13 de dezembro de 2012, a UPP do Vidigal agiu com violência para acabar com a única área de lazer do morro, uma quadra de esportes. Iam construir a sede deles, com um “auditório que vocês poderão usar!”. Ninguém queria, fomos pra frente da quadra impedir o trator, que lá estava sem autorização da Prefeitura, dona do terreno. Começou um enfrentamento, um PM que já não gostava de mim me deu um tapa na cara, me agarrou pelo cabelo, jogou meu celular no chão (eu filmava a confusão) e chutou o aparelho. Eu fiquei puta, voei no pescoço dele e fui presa. E quando voltei pro morro, fui procurada por muita gente que vinha me contar as histórias de abuso e, principalmente, me dar os parabéns por ter reagido contra “os canas”. Tive que viajar pra casa da minha mãe, porque eu não podia passar num beco, que algum cara, às vezes bêbado, vinha me abraçar. Ninguém queria me atacar. Eles só me achavam uma heroína, sei lá. E aí, pensa: para o morro, a polícia não é a solução e nem os traficantes são a solução. Nada melhorou substancialmente para as comunidades pacificadas.
São muitos tons de favela: tudo varia. Varia da localização, varia da facção e varia do comando da UPP. Em todos os casos, o que as pessoas de fora consideram uma libertação do mal, na realidade é um bruta choque social sem preparo algum. É como se tirassem seu chão. Não tem nada a ver com salvação. Você vive de um jeito, sob certas regras. Aí chega o Batalhão de Choque, e bota as deles. Dois meses depois, entra um novo comando, e manda outras ordens. No começo, todo mundo tinha medo de ser visto falando com policial porque a certeza geral é de que eles irão embora e as coisas vão voltar a ser como eram antes.
Minha opinião é que a UPP não resolve nenhuma das raízes do problema, é apenas um controle social. Os meninos da favela não sabem nem como a arma foi parar na mão deles. Veio pela fronteira? Veio do exército? E a droga? Quantas plantações há nos morros? Veja a casa dos chefes do tráfico: qualquer ator de Malhação tem um apartamento no mesmo nível. O próprio Nem, que está caladíssimo, deu a real: metade do que ele ganhava não ficava pra ele, era para comprar a conivência do Estado. E isso não é segredo pra ninguém, está em todos os jornais, e então me pergunto: por que as pessoas continuam repetindo, como mantras, as mesmas frases “justiceiras”?
Quando vejo essas pessoas dizendo que bandido bom é bandido morto, penso no quanto são manipuladas. O morro não gosta de bandido, tanto quanto o cara do Leblon não gosta. Porque o morador não consegue emprego e carrega a fama do que não é. E também porque, a depender da facção no poder, a vida é realmente difícil. Mas eles estão dentro do problema, têm uma visão mais humana da coisa. No geral, no morro, pra quem é “cria”, a tendência é ficar contra a ação da PM, mesmo que os mortos sejam criminosos. Porque eles estão no “caminho errado”, mas são filhos da Dona Maria, jogam bola com você desde moleque. O morador não gosta do crime, mas não quer ver o vizinho morto. Eles só querem que saiam dessa vida.
Quando cheguei ao Vidigal, tinha medo de traficante e aguardava ansiosa a pacificação. Mas, meses depois, eu achava que tinha alguma coisa muito errada com a sociedade, e não com a favela. Porque nunca tinha visto uma organização social tão boa quanto aquela. Não havia assaltos, dormia-se de porta aberta. Eles controlavam o trânsito, o lixo (ai de quem sujasse o morro!), se preocupam com a comunidade, de verdade – não é só essa moeda de troca para comprar a conivência alheia. Faziam quadras de esporte, calçavam as ruas, enfim: é muito mais complexo do que a gente sabe quando tá fora, ou quando vai fazer tour.
Lembro de uma noite em que voltava de uma festa e encostei numa grade para ver a lua. Sem querer bati em algo, e um cara falou: “ei, meu bagulho”. Era um traficante no posto dele. Pedi desculpas, expliquei o que tava fazendo. Ele parou do meu lado, botou o cotovelo onde o meu estava apoiado e disse: “a vista daqui é foda, né? Não tem vista mais linda que a do Vidigal. Fico aqui toda noite, só admirando”.  Então me confundi mais ainda: um “marginal”, “bandido” e “vagabundo” que gosta de filosofar e ver o mar. Ah, se a vida fosse tão simples quanto o bem e o mal.
E a solução pra essa confusão toda que aí está? É ir na origem do problema: se as pessoas não querem que um “vagabundo” assalte a “irmã ou mãe” deles (sempre o mesmo exemplo) deveriam cobrar uma ação global em segurança. Pegando os grandes bandidos que controlam o tráfico de armas e drogas, e que não costumam sujar a gravata de sangue, os moleques de havaianas na favela não vão morrer às centenas, porque eles são apenas a pontinha do problema. Perto de quem realmente manda, esses moleques estendidos no chão são tão perigosos quanto o Patati e Patatá.
Faz-se urgente desmilitarizar a polícia – não acabar com ela, mas mudar sua forma de atuar, e principalmente suas condições de remuneração e trabalho. O ódio à polícia não é contra o fulano ou o beltrano que ficam de plantão na sua viela. É à instituição policial, como um todo, que está sem credibilidade. Ao mesmo tempo, fazer o que tem que ser feito: tornar, realmente, a favela um território da cidade, com direito a saneamento, educação e saúde. Mas, pra ser sincera, acho que isso não vai acontecer. Quem legisla geralmente tem interesse na violência e na pobreza. Estamos entrando numa guerra civil que vai se estender por anos. Os assaltos na rua, hoje, não são uma questão apenas de grana. A violência não diminuiu em lugares onde a pobreza caiu. É uma geração impregnada de ódio. Não é mais o guri que subia o morro com uma bolsa que tinha lenços e documentos, pra finalmente a mãe se identificar, mas sim o que vai pegar o playboy filho da puta que bate palma para o mundo ideal que a Sherazade prega. Contra o “homem de bem”. Mas ele não tem consciência da razão pela qual está fazendo isso. Só sabe que há um ódio muito grande dentro dele.
Estou bem desanimada com o futuro. No Vidigal, conta-se os anos para que todos os pobres estejam fora. O mesmo acontece, lentamente, com a Rocinha. Acho que só uma tragédia muito grande vai parar isso.

Fonte: Carta Capital

JOVEM PERDE SUA VIDA EM ACIDENTE DE MOTO NO INTERIOR DE JAGUARARI


Foto : Reprodução/Facebook
Após passar quase uma semana internado em estado grave o jovem REINALDO DE JESUS de 17 anos, veio a óbito na tarde desta sexta-feira (07) em um hospital no município de Juazeiro.

Segundo consta o acidente ocorreu na estrada vicinal que liga os povoados de Gameleira e Jacunã, interior de Jaguarari, no último domingo (02/02), onde a motocicleta de REINALDO colidiu frontalmente com outra motocicleta conduzida por um homem de pré nome JOSÉ que teve fratura na perna e escoriações pelo corpo, mais não corre risco de vida.

Ainda de acordo com informações no acidente o jovem REINALDO sofreu forte pancada na cabeça, além de várias escoriações pelo corpo.

O corpo de REINALDO DE JESUS foi enviado ao IML de Juazeiro que em seguida será liberado para sepultamento.

Portal Jaguarari

Jacobina: Guarda Municipal prende jovem portando arma de fogo em Colégio Municipal.


A Guarda Municipal de Jacobina conduziu a delegacia local o jovem Ricardo Santos Silva Moreira, morador do povoado de Várzea da Lage , depois que este foi flagrado portando uma garrucha de dois canos calibre 22 da marca Rossi, nas dependências do Colégio Gilberto Dias de Miranda, o COMUJA .

De acordo com informações dos GMs , a Guarda foi Acionada pelo diretor colégio depois que um aluno lhe relatou que Ricardo teria lhe mostrado o cabo da arma de fogo com o intuito de ameaça-lo. Ainda segundo a Guarda Municipal, o jovem não é aluno do colégio e teria entrado na área do educandário alegando que iria fazer sua matrícula, mas na verdade tinha o intuito de tirar satisfação com um rapaz que teria se desentendido com um amigo seu, que também mora em Várzea da Lage. Ao perceber a chegada dos Guardas, Ricardo escondeu a arma na mochila de um outro rapaz, mas ao ser feita a revista nos pertences dos envolvidos na discussão a arma foi localizada e Rafael mais dois adolescentes foram levados para a delegacia . 

Segundo consta, Rafael teria assumido ter levado a arma mas teria dito que era menor de idade, entretanto, depois que o Conselho Tutelar foi acionado, entrou em contato com a família dos jovens e ficou constatado que Rafael já tinha completado 18 anos, sendo ele flagrantiado por porte ilegal de armas pelo delegado plantonista, Dr Ademar Vical. Os outros dois adolescentes foram liberados após serem ouvidos.
Fonte: Bahia Acontece.

C. DO ALMEIDA: EX-VICE-PREFEITA DE SAPEAÇU SOFRE ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO NA BR-101



Aconteceu na manhã desta sexta-feira (07), por volta das 6h30, um grave acidente na BR-101, entre um veículo Ford KA, preta, placa policial NTJ 4310, licença de Salvador e um Ônix Chevrolet, branco de placa não identificada na entrada do município de Conceição do Almeida a 160 km de Salvador.
Segundo informações da PRF (Polícia RodoviáriaFederal), a condutora do Ford KA, ex-vice-prefeita da cidade de Sapeaçu, Maria Auxiliadora Duarte Barros, de 53 anos, conhecida como "Dona Dora”, foi atravessar o trevo que dá acesso à cidade quando o Ônix que vinha no sentido Santo Antônio de Jesus/ Salvador colidiu na lateral do KA, em uma das portas. Ainda de acordo com a PRF, devido o forte impacto, a ex-prefeita sofreu uma fratura em um dos braços e recebeu os primeiros socorros pelo seu esposo que é médico e ex-prefeito de Sapeaçu, Gerson de Deus Barros, um passageiro que viajava no outro automóvel também ficou ferido, ambos foram socorridos e encaminhados pela equipe do SAMU para o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus e não correm risco de morte. "Por pouco não aconteceu uma tragédia, foi milagre de Deus", afirmou um dos agentes da PRF. Devido o acidente o trânsito ficou lento por alguns minutos no local.
Fonte: VOZ DA BAHIA

ACIDENTE DE MOTO NA AVENIDA ACM, EM MAIRI

Na noite desta sexta-feira, 07 de fevereiro de 2014, por volta das 18h25min, foi registrado um acidente com uma moto 150, cor preta, na Avenida Antônio Carlos Magalhães, próximo ao hospital de Mairi.
De acordo com informações, um rapaz morador do povoado de Boa Paz, estava descendo a referida avenida, sentido ao centro da cidade, quando foi ultrapassar um carro, perdeu o equilíbro e bateu a moto no meio fio, sendo arremessado por quase 5 metros.
A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192), foi acionada, mas o mesmo pediu para ser encaminhado para o hospital o mais rápido possível, pois se queixava de forte dores nas pernas e nos braços, onde tinham escoriações. Populares que passavam pelo local prestaram socorro a vítima levando em um carro para o Hospital Luiz Eduardo Magalhães, onde passou por avaliações médica.
Fonte: Agmar Rios
VÁRZEA DO POÇO: MAIS INFORMAÇÕES SOBRE HOMEM QUE MORREU AFOGADO ENQUANTO PESCAVA 
O Lavrador Dernoel Ferreira Mendes, mais conhecido por "Noy” de Adolfo Soares, de 42 anos de idade, foi morto, no final da tarde desta sexta feira (07) vítima de afogamento, quando estava pescando com uma linha no Rio Jacuípe, nas proximidades da Fazenda Caldeirão da Errada. Segundo informações de "Nen”, que participava também da pescaria, ambos estavam a uma distância aproximada, um do outro, de mais ou menos cinqüenta metros quando ele percebeu que Dernoel estava apenas com as mãos fora d água. Que ao ver aquela situação correu em direção à vítima e puxou a linha achando que ela estivesse entrelaçada na mesma e perdido o equilíbrio, todavia, ao puxá-la, percebeu que  Dernoel não teve qualquer reação. Que imediatamente saiu em desespero até a casa de Boca de Gia, que fica próxima àquele local, para pedir socorro, e que ao retornar com algumas pessoas já encontraram Dernoel morto dentro da aguada, sendo o corpo retirado pelo nadador Natan Mendes. Após tomar conhecimento dos fatos as Polícias Civil e Militar foram até o local onde já estavam alguns curiosos e parentes da vítima e após constatar a veracidade dos fatos, não encontrando qualquer suspeita de crime, conduziram o corpo até o hospital para a devidas providências.
Fonte: Várzea do Poço Notícias

GOIÁS : CANTOR LEONARDO SOFRE ACIDENTE DE CARRO

 
 

O sertanejo Leonardo sofreu um acidente de carro na tarde desta sexta-feira, 07 de fevereiro de 2014, na BR-153, em Goiânia. Segundo a assessoria de imprensa do cantor, ele era passageiro de um veículo dirigido pela esposa, Poliana Rocha. Eles estavam saindo do escritório e indo para casa. O casal não se feriu. 
De acordo com as primeiras informações, o acidente aconteceu devido a um congestionamento na rodovia. Um carro teria freado bruscamente, a Toyota Hilux onde estava o cantor bateu e também foi atingida na traseira por um veículo que vinha atrás.

Na sexta-feira da semana passada, Leonardo passou por outro incidente, quando foi detido no Aeroporto Internacional de Brasília com 22 cartuchos de munição de calibre 22 . Ele foi liberado depois de pagar fiança – o valor não foi informado pela Polícia Federal.
Fonte: AGMAR RIOS

EDUCAÇÃO: IF BAIANO CAMPUS SENHOR DO BONFIM CONVOCA CANDIDATOS DE PROCESSO SELETIVO PARA SEGUNDA CHAMADA


O Instituto Federal Baiano (IF Baiano), Campus Senhor do Bonfim, convoca aprovados no processo seletivo, em segunda chamada, para o curso técnico integrado em Agropecuária, a realizarem matrícula no período de 10 a 12 de fevereiro, nos horários de 8 às 11 horas e 14 às 17 horas, na Secretaria de Registros Acadêmicos (SRA).

Edital / Documentação necessária - COPIE O LINK ABAIXO E ABRA EM OUTRA JANELA

http://concurso.ifbaiano.edu.br/portal/discente20141/wp-content/uploads/sites/6/2014/02/Agropecuraria-Senhor-do-Bonfim.pdf


ASCOM - IFBAIANO

Feira de Santana: Homem morre em acidente envolvendo Palio e Caminhão

Um acidente envolvendo um Palio e um caminhão baú, matou uma pessoa, ainda não identificada, na manhã deste sábado (8), na BR-101, próximo ao Distrito de Humildes, região de Feira de Santana.
Segundo informações de uma testemunha, o Palio preto, com placa JQX 8240, estava em alta velocidade quando bateu na lateral do caminhão baú, que tentou desviar dele.Ainda de acordo com a testemunha, o condutor do Palio, que ficou totalmente destruído, morreu na hora, já o motorista do caminhão não sofreu ferimentos.A Polícia Rodoviária Federal esteve no local para liberar o trânsito, que por ficou congestionado por algumas horas.(Acorda Cidade )

Em depoimento, mãe de acusado de executar jovem no RJ diz que filho é justiceiro

A mãe de Douglas Idael Pereira Ramos, suspeito de ter matado um jovem em plena luz do dia na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro (RJ), afirmou, em depoimento à 54ª DP (Belford Roxo), que o filho é um “justiceiro” da região.
 
Na noite de quinta-feira (6), Douglas teve a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. A decisão foi dada no plantão judicial. Um mês antes da execução, que aconteceu em 23 de janeiro deste ano, Douglas foi condenado por porte de arma. O acusado está foragido.
 
Apesar de condenado, Douglas não foi para a cadeia. De acordo com a sentença da juíza Renata Travassos de Macedo, da 1ª Vara Criminal de Belford Roxo, no dia 17 de dezembro, a pena de dois anos de reclusão foi substituída pelas penas de “prestação de serviços à comunidade” e “prestação pecuniária, consistente no pagamento de um salário mínimo à entidade pública ou privada com destinação social a ser indicada no momento da execução”.

Vítima da execução, Igor Veras de Oliveira Falcão, de 20 anos, já havia sido preso por tentativa de assalto, em setembro de 2012. Na ocasião, ele rendeu um homem com uma pistola de brinquedo, em Vilar dos Teles, São João de Meriti, também na Baixada Fluminense, e levou o celular da vítima. Igor fugiu, mas decidiu voltar para pegar mais dinheiro do rapaz.
 

Foi quando a vítima percebeu que a arma não era de verdade e acabou se atracando com Igor, que foi levado para a 54ª DP (Belford Roxo), que funcionava como central de flagrantes. Igor ficou preso um mês e foi solto por seu mandado de prisão ter sido revogado pela 2ª Vara Criminal de São João de Meriti.

O assassinato ocorreu na Estrada Plínio Casado, Bairro da Prata, em Belford Roxo, no dia 23 de janeiro deste ano. Nas imagens, é possível ver um homem sem camisa, sentado no chão, em frente a um ponto de ônibus. Ele é segurado pela cabeça por outro homem. Segundos depois, passa uma moto ocupada por duas pessoas. O veículo para em frente ao rapaz e da garupa salta um homem. Ele saca uma pistola e dispara três vezes, à queima-roupa, contra a cabeça da vítima, que ainda tenta se defender. Mas não consegue.

Conforme nota do Extra Notícias
 
Fotos: Reprodução

Homem morre em confronto com a PM depois de tomar moto de assalto em Valente


Na tarde desta sexta-feira, 07/02, por volta das 13h30, dois homens andando a pé e armados com revólver calibre 32 abordaram José dos Santos, morador da Praça da Matriz, no povoado de Valilândia em Valente, na porta da sua residência quando o mesmo chegava do trabalho e levaram sua moto Titan azul de placa JMC 9240 fugindo sentido a cidade de Santaluz.

De imediato, a vítima chamou alguns vizinhos e saíram à procura dos meliantes pelas estradas vicinais e também avisaram as policias Militar de Valente e Santaluz que se dirigiram até o local e fizeram buscas na tentativa de localizar os assaltantes. Próximo à comunidade de Santa Rita de Valilândia, em um trecho conhecido como Fazenda Capeira, os policiais avistaram os marginais que abandonaram a moto e adentraram a mata, um deles de posse de um revólver calibre 32 atirou contra os policiais que revidaram e poucos metros à frente ele acabou sendo alvejado com três tiros. O seu comparsa conseguiu escapar do cerco policial.
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O assaltante foi socorrido para o Hospital Municipal José Mota Araújo, mas faleceu ao dar entrada na unidade. O mesmo não foi identificado, pois estava sem documentos e não foi reconhecido por nenhuma das pessoas presentes no local. Com ele foi encontrado além do revólver, a quantia de R$ 97 em dinheiro.

A moto foi recuperada e encontra-se na delegacia de Valente para ser periciada e em seguida devolvida ao proprietário. O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) em Feira de Santana para ser necropsiado.

A polícia pede que se alguém tiver alguma informação que possa ajudar a identificar o homem que veio a óbito entrar em contato com a delegacia local.

Redação CN * informações e foto: André Franco/Notícias do Sisal