domingo, 21 de julho de 2013

Acidente com vítima fatal no N-3 em Petrolina-PE


Um grave acidente com uma moto YBR placa KJB 6576 de Petrolina, ocorrido no canal do N-3, no Perímetro Irrigado Nilo Coelho, em Petrolina, teve como saldo a morte de uma mulher de nome Ângela Maria Nascimento de 35 anos. A mesma morava no bairro João de Deus em Petrolina. O acidente ocorreu no final da tarde deste sábado, 20 de julho. Segundo informações de moradores da área, as mulheres deveriam estar alcoolizadas, pois desde cedo elas estavam passando por várias ruas das vilas do N-3 e N-5 com um copo na mão e aparentemente embriagadas. A vítima sobrou na curva do canal da EB 13 no N-3 próximo ao assentamento 1º de maio. vítima deixa um filho de 17 anos.

Com informações Blog do Banana

Renda e violência em alta nas regiões Norte e Nordeste do país

RIO, SÃO PAULO E MACEIÓ - Entre 2001 e 2011, período em que estados das regiões Norte e Nordeste registraram aumento na renda per capita acima da média nacional, um efeito indesejado ocorreu: o crescimento das mortes violentas. Para especialistas, a causa dessa aparente contradição é que as mudanças sociais e econômicas não foram acompanhadas por estruturas de segurança pública de melhor qualidade.
O contraste entre o bom momento econômico e a piora nos indicadores de segurança pode ser constatado num cruzamento de indicadores de renda per capita e taxa de mortes violentas por 100 mil habitantes feito pelo GLOBO nos microdados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE) e nos registros do DataSus.
No grupo de dez estados que mais registraram aumento na taxa de mortes violentas, nove são do Norte e do Nordeste, e oito tiveram crescimento da renda per capita acima da média nacional (22%). No período analisado, só seis unidades da federação viram suas taxas de violência diminuir: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Amapá, Roraima e Rondônia. Desse grupo, apenas os dois últimos tiveram crescimento da renda acima da média nacional.
Os dados utilizados pelo GLOBO contemplam todos os tipos de óbitos registrados no SUS por causas não naturais. Incluem homicídios, vítimas de trânsito, suicídios e acidentes. Os homicídios, no entanto, são o fator que mais explica o crescimento da violência, de acordo com especialistas, seguido de acidentes de trânsito.
Especialistas em segurança pública consideram inusitado que a renda melhor não tenha sido acompanhada por menos mortes violentas.
— A violência está aumentando no Norte e no Nordeste. O que espanta é que o Nordeste é a região que mais se beneficiou da redução da pobreza. Houve um crescimento demográfico, econômico e social importante em vários estados do Nordeste, que, no entanto, foi acompanhado de mais violência e maior presença do tráfico de drogas — disse Ignacio Cano, professor de Ciências Sociais e pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Descuido com a segurança pública
Para Claudio Beato, coordenador do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), estados que foram beneficiados por mais investimentos econômicos e por programas de renda, como Bolsa Família, descuidaram do sistema de segurança:
— O que ocorreu é um paradoxo. Houve uma desestruturação do sistema de segurança em vários estados, como Alagoas e Bahia. Esses estados nunca cuidaram muito bem da questão da segurança, e agora a coisa está dando resultados negativos — disse Beato.
Em 2011, Alagoas estava em primeiro lugar na lista de estados com mais mortes violentas, superando o Espírito Santo (que encabeçava o ranking em 2010). Em 2011, Alagoas teve 115 mortes violentas por 100 mil habitantes; 63% delas foram por agressões (homicídios). O Espírito Santo teve 108 mortes violentas por 100 mil habitantes em 2011, sendo 44% por agressões. O resultado dos dois estados é bem pior do que a média nacional de mortes violentas naquele ano: 76 por 100 mil habitantes.
— O Espírito Santo está sempre entre os piores e mais violentos do país. Até a década de 1990, Alagoas era um estado tranquilo, a taxa de homicídio era baixa, mas cresceu na última década. Em Alagoas o problema tem a ver com a difusão das armas de fogo. No Espírito Santo o problema é mais antigo, o crime organizado tomou o estado. Conter as mortes violentas nesses estados não é algo fácil — diz o pesquisador e diretor de Estado e Instituições do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Daniel Cerqueira.
— O governo federal está fazendo esforços para conter os problemas de violência em Alagoas. É um estado pequeno. É como um teste tentar resolver os problemas de lá — disse Ignacio Cano.
No Rio de Janeiro, a situação melhorou, segundo os dados do DataSus. Os índices de mortes violentas tiveram pequena queda na comparação de 2010 com 2011, e uma redução significativa, quando se analisa a série histórica desde 2001. As mortes por homicídio também caíram. O estado, que ocupava a 10ª posição entre os com maior índice de mortes violentas em 2010, passou à 12ª posição em 2011, atrás de estados do Norte e do Nordeste, além de Minas Gerais e Goiás.
— O Rio vem melhorando desde 2002, pois foram feitos investimentos nas polícias — disse Beato.
Para Daniel Cerqueira, os resultados do Rio têm relação com a expansão das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs):
— A queda do índice de mortes por agressão tem a ver com as UPPs, que começaram a ser implantadas em favelas pequenas. As UPPs só tomaram corpo no final de 2009 e em 2010, quando a região da Tijuca começou a ter unidades — afirmou Cerqueira.
São Paulo também melhorou seus índices de mortes violentas entre 2001 e 2011. No caso paulista, no entanto, como os dados do DataSus, recém-liberados pelo Ministério da Saúde, vão somente até 2011, ainda não é possível analisar o efeito da onda de violência verificada na Região Metropolitana do estado este ano:
— O Sudeste, de maneira geral, fez um dever de casa que o Nordeste vai ter que começar a fazer agora, que é ter uma gestão melhor da área de segurança, ter um investimento mais acentuado — disse Beato.
Falta de ciclovias favorece acidentes
Em Alagoas, o crescimento do trânsito em Maceió e nas cidades vizinhas não foi acompanhado de providências, como a construção de ciclovias, um dos fatores que levou à morte de Álvaro Vasconcelos Júnior, de 26 anos, uma promessa no triatlon, na última segunda-feira. Ele morreu enquanto pedalava, durante um treino na AL-101 Sul. Um ônibus atropelou o rapaz, herdeiro de uma das maiores fortunas do estado. O motorista foi indiciado por homicídio. Disse que chovia muito e, por isso, não viu o rapaz.
O salto de Alagoas nas estatísticas do DataSus assustou o presidente do Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil do estado, Daniel Pereira.
— Não há como saber as causas dessa violência porque não temos um observatório, um instrumento para analisar e combater esses casos. Aqui na comissão trabalhamos só com homicídios.
A Secretaria estadual de Defesa Social informou que vai instalar bases comunitárias nas áreas consideradas mais violentas.
Colaborou Odilon Rios (Especial para O GLOBO)

CANUDOS: HOMEM ASSASSINADO COM REQUINTES DE CRUELDADE Leia mais: http://canudosonline.webnode.com/news/canudos-homem-assassinado-com-requintes-de-crueldade/

21/07/2013 09:27
Um bárbaro homicídio aconteceu na madrugada deste sábado (21), no Perímetro Irrigado, Próximo a Fazenda Cairú. Um homem identificado como Valter de Teófilo, foi morto a tiros e a golpes de pau e facão, por volta das 03h. Com cortes no pescoço Valter teve uma morte com requintes de crueldade e, possivelmente, assassinado por vingança. 
O corpo foi encontrado dentro de sua roça e apresentava além das marcas de tiro, ferimentos na cabeça, tórax, braços e pernas provocados por golpes de facão e pedra, já que o rosto dele estava bastante desfigurado. A maior parte dos golpes foi na cabeça.  Segundo pessoas há indícios de que houve uma emboscada pelos assassinos, já que o mesmo tinha o mesmo trajeto todos os dias para a sua roça.
Ainda não se sabe as causas e circunstâncias da morte de Valter.

DANIEL ALVES QUER ENCERRAR CARREIRA NO BAHIA E REVELA AINDA...

Em entrevista concedida, por telefone, ao repórter Guanair Atanásio, da Rádio Cidade - Juazeiro, nesta sexta-feira (19), o jogador Daniel Alves, do Barcelona, campeão da Copa das Confederações com a Seleção Brasileira, confirmou seu desejo de encerrar a sua carreira jogando pelo Bahia.
Questionado se poderia jogar pelo Juazeiro Social, clube que o revelou para o futebol, Daniel praticamente descartou a idéia, opinando pela junção das equipes profissionais numa só: “Acho que Juazeiro não suporta dois times profissionais e ficaria mais forte se tivesse apenas um representante no futebol profissional”.
Embora tenha sido evasivo em relação aos seus projetos para Juazeiro, Daniel Alves deixou no ar o desejo de criar uma escolinha de futebol no município que nasceu: “Ainda tenho seis ou sete anos para pensar em projetos futuros, mas não descarto a possibilidade de montar uma escolinha em Juazeiro, para dar oportunidade a garotos, que as vezes tem o talento, mas não tem a oportunidade de mostrar seu futebol. Meu pai, meus irmãos e os amigos que tenho ai iriam gostar muito", revelou.
De férias no Brasil, Daniel disse que ainda não teve contato com os colegas espanhóis, do Barcelona, após a conquista da Copa das Confederações e a goleada de 3 a 0

Zezé Di Camargo é condenado a pagar R$ 730 mil a músico no RS

Processo foi movido por ex-gaiteiro da dupla sertaneja, de Santa Maria. Após acidente em 2007 e demissão, músico acionou a Justiça; cabe recurso.




Reprodução





O cantor sertanejo Zezé Di Camargo e sua empresa foram condenados pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização de pelo menos R$ 730 mil a um músico de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A decisão foi publicada no dia 27 de junho, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (19). Cabe recurso.
Elias Flores Resende era gaiteiro da banda da dupla Zezé Di Camargo e Luciano, em 2007, quando sofreu um acidente com um ônibus que fazia a turnê da dupla, em Uberlândia (MG). Ele sofreu traumatismo craniano, foi demitido do grupo e ficou incapacitado de trabalhar, segundo alegou à Justiça.
No processo trabalhista, Elias Resende também alegou que trabalhou cinco anos para a dupla sem carteira assinada – sem receber férias e 13º salário e outros benefícios –, e que teria perdido a audição de um dos ouvidos e o equilíbrio do corpo em decorrência do acidente.
Na sentença, a juíza substituta Elizabeth Bacin Hermes estipulou o pagamento ao músico de R$ 580 mil por danos materiais e R$ 150 mil por danos morais, além de outros honorários trabalhistas, como pagamentos de 13º salários do período de 2005 a 2008, horas extras, adicionais de insalubridade, entre outros benefícios.  
Em janeiro, Zezé foi a Santa Maria participar de uma audiência do processo. Ele permaneceu mais de três horas no prédio da Justiça do Trabalho e saiu sem falar com a imprensa e com os fãs. A reportagem entrou em contato com a assessoria do cantor nesta sexta (19), mas não obteve retorno até as 19h. As informações são do G1.

Nem Gorda teme morrer em queima de arquivo



  • Maria Lúcia, conhecida como Nem Gorda, está em prisõ domiciliar
Pela primeira vez, a comerciante Maria Lúcia dos Santos Gomes, 38 anos, que ficou conhecida como Nem Gorda, falou a um veículo de imprensa. Ela topou falar  para dizer que está com medo de morrer, pois há oito dias sua sobrinha foi assassinada e no final de abril tentaram eliminar o marido dela, Alex Neves, 24.
Maria Lúcia foi presa em maio de 2011 acusada de mandar matar a idosa Alaíde Queiroz, 70 anos, crime pelo qual responde ao processo em prisão domiciliar, desde março do ano passado.
Na época da prisão,  a polícia também acusou a comerciante de liderar uma quadrilha de traficantes denominada Bonde da Nem, responsável por mais de 30 homicídios no Subúrbio Ferroviário. Mas, até então, ela só responde a dois processos por homicídio. A prisão domiciliar não trouxe a paz para Nem, que vê sua segurança ameaçada devido aos últimos episódios.
 "Tenho medo. Tem muita coisa que eu não posso falar agora", declara. Ela diz que as  ameaças são direcionadas aos seus parentes. "Quem recebe muita ameaça é a minha família, que está calada, com medo de conversar, tem medo de tudo", completa. Nas páginas a seguir, confira o que Nem fala sobre as acusações da polícia, um pouco de sua história e como está sua vida.
Os últimos atentados contra a família de Maria Lúcia motivaram o interesse do grupo A TARDE em ouvi-la. Ela aceitou o pedido de entrevista, negado anteriormente. O encontro foi na casa dela, em Periperi, onde cumpre a prisão domiciliar. Dois advogados de defesa acompanharam a entrevista.
Quando a equipe chegou, Nem recebia orientação de uma técnica de enfermagem sobre os medicamentos  que deveria tomar. Entre eles, os remédios para o problema psiquiátrico que possui. Dois médicos diagnosticaram que Nem sofre de um transtorno depressivo recorrente, episódio com sintomas psicóticos. Foi com base nos exames dessa doença que o juiz a colocou em prisão domiciliar.
Segundo o advogado de defesa, Antonio Carlos dos Santos, os problemas de hipertensão e obesidade também foram relatados ao juiz, para converter a prisão em domiciliar. Durante a conversa, Nem sempre lembrava do sofrimento da prisão e tinha dificuldade de desenvolver um raciocínio linear. "O psiquiatra nos falou que essa é uma característica da doença", relata a advoga de defesa Anaclea Fernandes.
Ataque aos parentes
Nem acredita que ela e o marido, Alex Brito das Neves, o Grilinho, viram muitas coisas erradas enquanto estiveram presos. Por isso, viraram alvo, assim como os parentes que iam visitá-los. Grilinho estava dentro de uma pequena loja que eles tinham no andar térreo da casa, quando quatro homens armados chegaram atirando. Ele se trancou no banheiro, mas levou um tiro na cabeça. Marcos Conceição Santos, 18, que estava ajudando a pintar a loja, morreu no atentado. "Eu contei tudo o que eu passei aos meus advogado s(...) São muitas coisas que a gente não pode falar. Tem que ficar abafado até o juiz autorizar", afirma.
Por que tanta acusação
Nem conta que as acusações da polícia surgiram após o marido, que já serviu o Exército, registrar queixa contra policiais que o agrediram quando ele estava fardado. Outro fator foi uma passeata que ela organizou para cobrar Justiça pelo assassinato de uma irmã, que teria sido morta porque tinha um dinheiro de uma pensão para receber. A mulher era alcoolatra e os assassinos teriam se aproveitado disso para cometer o crime.
Quem é Nem Gorda
Maria Lúcia diz que o apelido de Nem Gorda foi criado pela polícia para acusá-la de ser uma traficante e assassina. "Não existe Nem Gorda nenhuma. Meu nome é Maria Lúcia dos Santos Gomes. Minha família é que me chama de Nem. Não existe crime nenhum. Se eu matasse assim, não morava aqui. Sou nascida e criada nessa rua. Nunca tive problema nenhum com ninguém", declara. Ela conta que já trabalhou como baiana de acarajé e, antes de ser presa, já chegou a ter três pequenas lojas de roupa. "Minha vida foi sempre de família trabalhadora. Agora, não sei por que essa perseguição toda porque eu não tenho nada".
Dias no presídio
Maria Lúcia contou que sofreu muito na prisão. O pesadelo começou quando ela se recusou a participar de abaixo assinado pedindo a retirada da diretora do presídio feminino. "Depois disso, chegou uma comida envenenada para mim. Liguei para meus advogados, eles procuraram a juíza e um exame deu que a comida estava com veneno", lembra. Depois, o medo foi com a visita de policiais ao presídio.
Prisão domiciliar
Nem conta que já tentou se matar por estar passando necessidade, não poder sair de casa, ver a família ameaçada e não poder ajudar o marido, que ficou com sequelas após o atentado. "Não sei mais o que eu faço. Tava dizendo hoje aqui que queria me matar. Não aguento mais. Não tenho nada. Não sei por que essa perseguição", desabafa. "O que acontece é que, às vezes, eu vivo aqui sem nada para comer. A vida é essa aí. Uma vida desesperada. Estão matando todo mundo e não dá em nada" completa. Depois do atentado contra Grilinho, a lojinha de roupas fechou e as dificuldades financeiras da família teriam aumentado.
Amor a Grilinho
Grilinho sobreviveu a um tiro na cabeça, mas precisa de cuidados permanentes. "Meu marido é tudo na minha vida", declara Maria Lúcia. "Ele fala, depois esquece tudo. Tiraram um pedaço do osso da cabeça dele. A bala ainda está dentro. Vão ver como vão tirar. Às vezes, se urina na cama, às vezes levanta. Às vezes dá crise, grita. E eu sozinha para cuidar de tudo", conta. Ela diz que até as pessoas que lhe ajudam são ameaçadas. "O rapaz que levava ele para o médico falou que o carro foi parado por policiais, que disseram para ele não levar mais. Aí a gente tem que ligar para o Samu. Sou discriminada quando me reconhecem", afirma.
Relembre o caso
Nem Gorda foi presa por policias do DHPP e da 18ª CIPM no dia 15 de maio de 2011, no Rio Sena, Subúrbio Ferroviário, por suspeita de envolvimento no assassinato de Alaíde Queiroz dos Santos, 70. A prião foi divulgada, com exclusividade, pelo MASSA! Segundo a polícia, o Bonde da Nem, um grupo de traficantes e assassinos de maioria adolescente, era responsável por cerca de 30 assassinatos ocorridos no subúrbio entre abril de 2010 e maio de 2011. Alex Brito das Neves, o Grilinho, marido de Nem, era o braço direito dela no comando do grupo. Durante apresentação à imprensa, Nem chorou e acusou policiais de envolvimento com o tráfico de drogas. Ela alegou ser líder comunitária e fazer trabalhos sociais, no Alto do Tanque, com o apoio de políticos e artistas. Para a polícia, o cargo era fachada.
Grupo A TARDE- A senhora foi presa por ter mandado matar a idosa Alaíde Queiroz e responde a um processo por esse crime. O que tem a dizer sobre isso?
Nem Gorda - Nunca matei e nunca mandei matar ninguém. Nem conhecia essa senhora.
Grupo A TARDE - A polícia ainda acusou a senhora de ser a líder do Bonde da Nem, uma quadrilha de traficantes que teria matado mais de 30 pessoas no Subúrbio Ferroviário. O que tem a dizer sobre essa acusação?
Nem Gorda - Nunca fui e nem sou traficante. Essa história do Bonde da Nem é pura invenção da polícia.
Grupo A TARDE De onde vem o dinheiro para pagar as despesas de um escritório de advocacia criminal tão conhecido na cidade?
Nem Gorda - Sempre fui líder aqui da comunidade onde sempre vivi. Sempre ajudei as pessoas. Sempre vinham políticos e artistas na minha casa. Na época da eleição, os candidatos sempre vinham aqui me pedindo ajuda para conseguir votos. Eu também pedia a eles ajuda para a comunidade. Alguns prometiam, outros ajudavam e quando fui presa alguns deles me ajudaram com o pagamento do trabalho do advogado. Minha família e pessoas conhecidas também me ajudam. Só não me peça para dizer o nome das pessoas.
Grupo A TARDE Quando a senhora foi presa, disse que havia envolvimento de diversas pessoas, inclusive policiais, em fatos criminosos. A senhora confirma isso?
Nem Gorda - Eu não disse isso. A minha revolta naquela hora é porque eu estava sendo presa, acusada de coisa que não cometi e queria que a polícia provasse investigando quem tivesse culpa de verdade. Eu estava muito nervosa por causa das injustiças

Católicos vão pouco à missa e contribuem menos com igreja

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Em sua primeira viagem internacional como pontífice, o papa Francisco encontrará um Brasil em que a presença católica continua em declínio, com fiéis relativamente distantes da Igreja nas missas, no dízimo e na convicção sobre assuntos polêmicos, como casamento gay e adoção por casais do mesmo sexo.
As conclusões vêm de pesquisa do Datafolha realizada nos dias 6 e 7 de junho, com 3.758 entrevistados em 180 municípios do país. A margem de erro dos resultados é de dois pontos percentuais.
Segundo o levantamento, 57% dos brasileiros com mais de 16 anos se declaram católicos, patamar mais baixo da história do país. Em 2007, pesquisa semelhante feita pelo Datafolha apontou 64%. Em 1994, eles eram 75%.
O segundo maior bloco religioso do Brasil é o de evangélicos pentecostais (membros de igrejas como a Assembleia de Deus), com 19%. Em seguida estão os evangélicos não pentecostais (de igrejas protestantes com séculos de existência, como os metodistas e os batistas), com 9%.
O engajamento religioso de evangélicos, tanto pentecostais como neopentecostais, é superior ao de católicos quando se observam índices como a frequência nos cultos ou as contribuições financeiras.
Danilo Bandeira/Editoria de Arte/Folhapress
Clique na imagem para ver o levantamento completo feito pelo Datafolha
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A maioria dos evangélicos (63% dos pentecostais e 51% dos não pentecostais) diz frequentar cultos mais de uma vez por semana, contra 17% dos católicos. Dos membros da Igreja Católica, 28% afirmam participar de cerimônias uma vez por semana, enquanto 21% o fazem uma vez por mês. O mínimo exigido pela igreja é o comparecimento à missa de domingo.
Os números são parecidos quando se trata de contribuir financeiramente. Dos católicos, 34% afirmam fazer isso sempre, contra cerca de 50% dos evangélicos. Quase um terço dos católicos diz não dar dinheiro algum para a Igreja, contra pouco mais de 10% dos evangélicos.
A própria comparação entre valores médios de contribuições mensais deixa clara a diferença entre os grupos cristãos. O valor se aproxima dos R$ 70 por mês para os evangélicos pentecostais, vai para quase R$ 86 no caso dos não pentecostais, mas é de apenas R$ 23 entre católicos.
Embora o valor absoluto de contribuição dos pentecostais seja menor do que o dos não pentecostais, eles provavelmente destinam uma parte maior de sua renda familiar, já que são mais numerosos entre as famílias que ganham até dois salários mínimos.
A pesquisa também confirma a ideia de que, entre as igrejas cristãs, os católicos tendem a ser mais liberais em matéria de costumes, mesmo quando isso contraria a orientação da hierarquia católica.
Só uma minoria deles se diz contra a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo (36%) e contra a adoção de crianças por casais homossexuais (42%), índices inferiores ao que pensa a média da população e muito abaixo do registrado entre evangélicos (em torno de 65% e 70%, respectivamente).
Apenas espíritas e umbandistas são mais liberais a respeito desses temas. Mas membros de todas as igrejas cristãs pensam de forma muito parecida sobre o aborto: entre 65% a 70% dizem que a mulher que praticar aborto deve ser processada e presa.
Apesar da polêmica despertada por iniciativas ligadas a grupos religiosos, como o projeto da “cura gay” e o que aumenta garantias para fetos, a maioria dos brasileiros, em especial os católicos, afirma não votar em candidatos indicados pelas igrejas.
Somente 8% dos ouvidos pelo Datafolha declararam já ter escolhido candidatos apoiados por suas igrejas, índice que cai para 5% entre católicos e sobe para 18% entre evangélicos pentecostais.
Do mesmo modo, apenas 11% dos católicos afirmam que a opinião dos líderes religiosos é importante na hora de escolher em quem votar (21% dos evangélicos pentecostais têm essa opinião).
Os dados são mais ambíguos, porém, quando o Datafolha pergunta sobre o apoio à ideia de que líderes religiosos se candidatem a cargos políticos. Um quarto dos católicos concorda com a ideia, número que sobe para cerca de 40% entre evangélicos e é relativamente forte mesmo entre espíritas (26%).
A FOLHA

DEL. 10/04 DA PRF PRENDE MAIS UM CONDUTOR POR CORRUPÇÃO ATIVA‏


Em mais uma operação de combate a criminalidade, policiais rodoviários federais da Delegacia 10/04 - Sr. do Bonfim/BA, abordaram na madrugada do dia (20/07/2013), às 03h10min, no km 140 da BR 407, proximidades do povoado de Tijuaçu (Sr. do Bonfim), o veículo VW/AMAROK, placa policial EZM - 3229 - SP, que era conduzido por José C.

P. de Oliveira, 43 anos, residente em São Paulo. Ao ser detectada a infração de trânsito, o condutor ofereceu a quantia de R$ 30,00 (trinta reais), para ser "liberado". De imediato, foi dada ordem de prisão ao mesmo por corrupção ativa, sendo encaminhado juntamente com as 03 cédulas de R$ 10,00, para a DEPOL de Sr. do Bonfim, a fim de serem adotadas as providências cabíveis.

Vale-se ressaltar que esse crime, apesar de acontecer ainda na região, por parte de alguns condutores, tem-se diminuído sensivelmente, em virtude das prisões efetuadas pela Delegacia 10/04 da PRF.


ATT:
Insp. Lopes Júnior

DPT de Jacobina ainda não identificou o último bandido morto em confronto com policiais em Caldeirão Grande

O Departamento de Polícia Técnica de Jacobina procura identificar o jovem que morreu ontem em confronto com a PM na região de Caldeirão Grande. Dois dos corpos foram liberados hoje pelo DPT após realização da necropsia.  O corpo de Janilson Assunção dos Santos, de 27 anos, foi liberado pela manhã e seguiu para sala de velório do cemitério de Jacobina.
Já o corpo de Erlândio de Jesus Santos, o “Nando”, foi liberado no início da tarde e levado por familiares para a cidade de Saúde. Já o terceiro morto continua sem identificação. O cadáver está na câmara fria do DPT no aguardo de reconhecimento. O rapaz, que aparenta ter entre 20 e 22 anos, morreu baleado na cabeça. Com base em uma foto sua, nossa redação realizou a reconstituição de sua fisionomia na expectativa de que alguma pessoa possa reconhecê-lo. Se alguém souber de quem se trata, pode passar as informações para o DPT de Jacobina, pelo (74) 3621 1256, ou para a delegacia local pelo (74) 3621 1277.

VEJA A FOTO AMPLIADA


EMERSON ROCHA / BAHIA ACONTECE

Paulinho Cerqueira aclamado novo presidente do Campo Clube de Bonfim

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O Campo Clube de Senhor do Bonfim  realizou nesta sexta-feira dia  (19) eleição de  Diretoria, teve inicio  19h00min, em sua sede social no Bairro Maristas, votaram os  sócios proprietários em dias com suas mensalidades.
A eleição aconteceu com chapa única encabeçado pelo empresário da área de Construção Civil, Paulinho Cerqueira, que já foi presidente do clube e fez uma invejável administração.
O novo presidente Paulinho Cerqueira, foi eleito por aclamação por ser candidato único.